Síndromes Mieloproliferativas

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10 maio, 2019

Leucemia Mieloide Crônica

2019-07-18T14:06:00+00:0010 de maio de 2019|Alterações Comuns no Hemograma, Anemias, Câncer no Sangue, Leucemias, Medula Óssea, Síndromes Mieloproliferativas|

A leucemia mieloide crônica é um distúrbio mieloproliferativo caracterizado pelo aumento da proliferação das células que produzem glóbulos vermelhos, plaquetas e a maioria dos tipos de glóbulos brancos sem a perda de sua capacidade de diferenciação. É responsável por 20% de todas as leucemias que afetam adultos. Continue a leitura e saiba mais sobre as

14 set, 2018

O Que é Mielofibrose? Saiba Mais sobre a Fibrose da Medula Óssea

2019-03-24T20:58:36+00:0014 de setembro de 2018|Medula Óssea, Síndromes Mieloproliferativas|

A mielofibrose é uma doença crônica, pertencente ao grupo de neoplasias mieloproliferativas - ou cânceres do sangue -, que  corresponde à fibrose da medula óssea. Antes de entender em que consiste a doença, é necessário entender o que é fibrose. O termo fibrose designa o aumento das fibras de um tecido. A mielofibrose, portanto, corresponde

24 ago, 2018

Policitemia Vera – Saiba Mais

2019-03-24T21:01:06+00:0024 de agosto de 2018|Síndromes Mieloproliferativas|

A Policitemia Vera é um distúrbio do sangue que acomete a medula óssea (tecido localizado no interior dos ossos, responsável pela produção de novas células sanguíneas). Este distúrbio resulta na superprodução de glóbulos vermelhos - ou hemácias. O excesso de glóbulos vermelhos torna o sangue mais volumoso, espesso, e, consequentemente, mais suscetível ao desenvolvimento de

10 ago, 2018

Trombocitemia Essencial – A Neoplasia das Plaquetas

2019-03-24T22:16:29+00:0010 de agosto de 2018|Distúrbios da Coagulação, Síndromes Mieloproliferativas, Trombose|

A trombocitemia essencial consiste basicamente no aumento da concentração de plaquetas no sangue. Trata-se de uma neoplasia sanguínea rara, não hereditária, que incide principalmente sobre adultos acima dos 40 anos. O pico de incidência do diagnóstico se dá em torno dos 60 anos de idade. A produção excessiva de plaquetas potencializa o risco do paciente

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